A verdade é que, eu sempre gostei, e gosto muito das mulheres, não tivesse eu, tido uma mãe. Gosto da inteligência delas. Gosto da integridade delas. Gosto da liberdade delas. E quando ouço, dizerem: deus, pátria, família, lembrar-me logo da temporada, dos Reinados, dos governos outoritarios, de mãos dadas com a igreja "Católica Apostólica Romana". Mulher tinha menos valor, que um cão... - Olhai!... como são tratadas as mulheres do "Alcorão", assim eram tratadas, as mulheres da "Bíblia", nesta nossa livre Nação e Europa agora - não fodem a vossa liberdade - não dêem votos aos vossos assassinos.
António D'almeida
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