A arma essencial da minha felicidade, aqui a tenho: o coração. Não o deixo na solidão, entre os escombros da escuridão, em recordações constantes das desgraças da vida: tenho o na mão. E é com ele que, olho amado, falo sorrindo, ouço sentindo; me guio, me alimento, todos os dias e, nas trevas, ainda me dá luz.


autor
António Almeida
Enviar um comentário