A lei da obrigatoriedade não é a lei da caridade. Todo o homem tem que se alimentar; pouco se lhe dá que esteja em paz ou guerra - ele não ouve senão a voz da fome. Pode suportar todas as desgraças; terras já com donos, proibição de caçar, pescar, multas, impostos, deveres, obrigações, acidentes - mas sofrer pela sua própria falta... fome... não... mata. Criar postos de trabalho é uma obrigatoriedade não é uma caridade para a estabilidade do homem na paz. 

 autor 
António Almeida