O homem traça o caminho do homem: Todos os seres vivos tem o direito de viver em liberdade, paz, harmonia, no seu próprio habitá e agir pelas suas conveniências da sua própria natureza, sem prejudicar terceiros, salvo seja matar para se alimentar, isto é; até ao dia de se fazer alimentos artificiais, sem desequilibrar o sistema, pois assim foi o modo de vida que lhe foi ofertado à sua nascença, pela natureza, que tem vida própria e nos dá vida própria, nos pode tirar, ou lhe podemos tirar. Mas isso pouco importa ao homem, que se julga dotado de razão e de vontade livre para impor sem responsabilidades pessoais, que com o seu poder de imaginação, teria como obrigação, dever, direito, ser mais imaginário, justo, perfeito, para com ele, o seu semelhante e os outros seres vivos sem imaginação, pois é o único ser vivo nascido até hoje dotado de imaginação. Porem são levados pela sua própria natureza criada na inveja, ciúmes, prazer, poder, que não pensam corrigir, por má informação, formação, cultura, religião, interesses pessoais, cheios de moralidade, moralmente a impor a sua verdade, a sua justiça, como se o habitá fosse só dos e para os, poderosos.

autor
António Almeida