O Amor é o paraíso da vida, mas os homens não o sabem, ou não se preocupam em sabe-lo e, se o sabem, não o respeitam, nem o valorizam. Tendo no entanto presente, outras estruturas mentais, como: mais informação, formação, conhecimentos, era de dever corrigirem-se com os erros do passado, sendo triste não estarem a aplicarem; talvez porque queiram acabar com o último que resta, sob pena de se justificarem com o pecado, que é a origem do mal da vida; mitos, lendas, histórias, políticas da evolução do homem animal por; medos, desconhecimentos, imaginações, experiências, fugindo ás suas responsabilidades dos ecos das ordens de; impor, julgar, matar, no tempo com; lutas, Deuses, Ordens de Deuses, em Nomes de Deuses, Guerras Santas, injustiças, injurias de tempos; desejos, ambições, conquistas, roubos, poderes, imposições, ódios, vinganças, dos homens pelos homens nos tempos; taxas, sobre-taxas, impostos, dízimos, oferendas, donativos, guerras por dinheiro, os homens aos homens que; a qual é triste que, tantos se desgastem sonhando com fantasias espirituais, utopias, mitos, tabus, fábulas, lendas, histórias, gastos em quimeras assombrosas que se presumo matariam a fome a todo o mundo e, assim sendo, andam sempre atormentados, do amor isolados, porque o maravilhoso amor universal, não o praticam. Pois só assim se justifica que tanto se escreva e se fale dele.

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António Almeida